segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Que Colega

No meu trabalho, aproximadamente há 2 anos atrás, existia uma funcionária gostosíssima, chamada Michelle. Ela é morena, 18 anos (aparentava ter mais), cerca de 1,65m. de altura, cabelos super pretos e compridos, bunda deliciosa, coxas grossas, seios médios para grandes, e uma boca enorme, onde eu imaginava enfiar meu pau um dia...

No trabalho eu sempre fui muito sério, não dando bola para as outras funcionárias, ainda mais que eu tinha uma namorada que trabalhava lá também. Eu tinha 28 anos, e nos meus 1,75m, magro, cabelos e olhos castanhos, gostava de olhar para ela, mas só isso. Dificilmente conversávamos muito. Então minha namorada mudou de emprego.

Michelle, depois disso, na primeira vez que se encontrou comigo no trabalho, estava diferente. Conversava mais abertamente e fazia gestos de quem queria algo mais. Disse certa vez que era horrível não sairmos do trabalho no mesmo horário. Eu perguntei por que e ela disse que poderíamos fazer algo juntos. Não perdi tempo, e convidei-a para uma volta naquele mesmo dia. Ela topou, e a peguei na saída do trabalho com meu carro. Ficamos pensando onde poderíamos ir, sem dizer claramente o que um queria de verdade do outro. Naquele dia ela estava com uma blusinha, sem sutiã, com alças finas, onde percebia-se a exuberância de seus seios deliciosos e tetas grandes. Nunca tinha visto ela com uma blusinha daquela. Será que fez de propósito? Sua calça era de lycra preta, bem enfiada na bunda, estando com uma sandalinha, com os dedos à mostra e calcanhares soltos. Sua boca era tipicamente de uma chupadora profissional. Que boca! Estava com um baton vermelho bem forte. Eu fui de bermuda, sapato sem meias, e uma camiseta sem mangas.

Decidimos ir num barzinho simples, pois eram sete e meia da noite apenas... Ficamos conversando nada de interessante, quando ela deu o pontapé inicial, ou roçadinha inicial. Sem eu ver, ela ficou descalça e começou, durante nossa conversa, a roçar um de seus pés na minha canela. E comentou:

- Deve ser foda ficar longe da sua namorada muito tempo, não?

Minha namorada agora trabalhava à noite, e realmente nos víamos pouco desde então

- É verdade! Mas as amigas servem para resolver este problema, não? - ela me forçou essa pergunta, pois roçava agora seu pé no meu, agora também descalço, pois eu tinha tirado um sapato.

- Com certeza! No que posso te ajudar hoje? Estou à sua disposição, gato!

- Não transo há alguns dias. Resolveria meu problema?

- Porque não falou logo. - E fez uma carinha de putinha, com aquela boca gigante.

Decidimos, sem pensar muito, ir num local com pequenos boxes, fechado, onde se pagava quase nada. Lá era bem escuro e era feito para trepadas rápidas. Estacionei o carro no box, acendi a luzinha interna, e comecei a tirar a roupa. Ela não perdeu tempo também. Fiquei só de cueca, com o pau duríssimo. Ela só ficou de calcinha, com os peitos deliciosos de fora.

De repente nos abraçamos feito loucos, com beijos de língua violentíssimos. Apertava violentamente seus seios e ela quase torcia meu pau duro, com as mãos. Era um desejo animal, de ambos os lados. Tirei minha cueca e ela a calcinha, com minha ajuda. Quase rasguei a calcinha dela. Ela pegou meu pau e enfiou rápido na sua boca enorme. Chupava feito uma esganada. Que puta era aquela...

Chupava intensamente, e eu com o braço esticado, enfiava meu dedo no cuzinho dela, enfiando e tirando devagar. Ela gostou e começou a chupar mais intensamente ainda. Eu estava louco, pois queria enfiar meu cacete nela. Pedi que parasse e arreganhasse as pernas para mim. Deitei o banco dela e enfiei a língua na buceta molhada dela. Chupei como louco aquela buceta. Ela também queria dar e pediu:

- Enfia logo esse pau em mim!

Aquele posição estava desajeitada. Fomos para o banco de trás. Sentei com o pau empinado e ela sentou de frente para mim, direto enfiando na buceta. Seus seios ficaram na posição ideal para mordê-los. Que tetas! Enquanto ela cavalgava aquela buceta melecada no meu pau, eu segurada sua bunda com minhas mãos, enfiando o dedo no cuzinho dela! Ela cavalgava como louca! Eu estava quase gozando. Então pedi para ela ficar de quatro! Mirei e enfiei por trás. Que bunda fantástica!

Meu pau grande sumia naquela bucetona meio raspadinha! Os movimentos eram violentos. Ela rebolava como louca! Tirei meu pau da sua buceta, pois ia gozar. Ela me masturbou com as mãos e me viu gozar. Ela não sentiu o gosto da porra, mas pegou-a com a mão e lambuzou seus seios inteiros.

No dia seguinte saímos de novo, mas fomos ao motel. Eu queria comer o cuzinho dela. E em nossas conversas ela já tinha dito que gostava. Após as preliminares, estávamos completamente nus, na cama do motel, ela deitada com a bunda empinada para cima e eu a abraçando totalmente por trás. Meti primeiro na buceta, longamente. Ela era demais. Depois lambuzei seu cuzinho com creme de chantilly, que tínhamos comprado antes. Enfiava meu dedo lá dentro, fazendo voltas. Ela até me assustou quando disse alto:

- Come meu cu logo!

Ajeitei-me e enfiei meu pau sem dó, de acordo com o desesperado pedido. Gemíamos os dois de dor e prazer. Aquele cu me apertava e o pau. Falávamos besteiras do tipo:

- Vou te rasgar inteira, puta gostosa!

- Puta caralho gostoso! Me fode, me fode!

Gozei dentro do cu dela. Foi maravilhosa aquela metida por trás deitados.

Depois demos um tempo, pois ela também tinha namorado.

Sexo a 3

Minha querida esposa, agora totalmente liberada dos antigos preconceitos, aceitou e o mais importante, praticamente suplicou que nosso mais novo amigo e amante Felipe convidasse um amigo, para ambos desfrutarem de seu corpinho suculento.

Bom amante que era, Felipe freqüentou sozinho nossa cama por algum tempo, até que surgiu a oportunidade de convidar um amigo seu conforme sua promessa.

Minha mulher Dora havia ficado totalmente excitada com a idéia e ainda o incentivara.

Chegado o dia, ela se preparou como de costume, depilando-se totalmente. Depois me chamou para que eu conferisse se restava ainda algum pêlinho naquele corpinho apetitoso.

Tentei em vão agarrá-la, mas ela me afastou dizendo que teria que se resguardar para os convidados e que queria armazenar todo o tesão para os dois novos amantes.

Colocou uma mini saia que de tão escandalosa, deixava ver até as polpas da sua bunda, uma calcinha que era só um fiozinho atrás e na frente transparente, um sapato de salto agulha e um top que mostrava sua barriguinha malhada. Pronto, estava uma verdadeira putinha !!. Eu fiquei extasiado. Jamais poderia imaginar que minha Dora sofresse tamanha transformação.

Fomos a um restaurante conhecido onde nos encontramos com Felipe e seu amigo Cláudio.

Este parecia um galã de novela, o que deixou Dora totalmente desnorteada. Ela cutucou-me por baixo da toalha da mesa e sussurrou-me: “Espero que ele seja tão bom quanto é bonito”. Confesso que naquele momento senti uma pontinha de ciúme, mas não poderia jamais deixar transparecer.

Após o jantar acompanhado de 3 garrafas de um fino vinho alemão, a conversa descambou e o assunto lógicamente, era sexo. Minha Dora dizia que agora, era totalmente feliz, pois havia se liberado e poderia conhecer todos os cacetes que tivesse vontade. Percebemos então, que já era chegada a hora de fazermos as coisas acontecerem.

Já no carro Felipe veio na frente comigo e Cláudio acompanhou minha mulher no banco traseiro. Vez por outra, eu consultava o espelho e os via beijando-se apaixonadamente. Eles se esfregavam tanto que Felipe até pediu que se acalmassem, pois a noite era uma criança e muito ainda estava por vir.

Ao entrarmos na suíte, minha Dora disse para mim: “Meu corninho, você só vai ficar olhando!”. “Você não poderá nem se masturbar, tá? “. É claro que eu concordei, dada a minha atual condição de corno obediente.

Ela então, pediu a eles que se sentassem confortavelmente e iniciou um sensual strip-tease. À medida que a excitação ia aumentando os dois que já não cabiam mais dentro das respectivas calças, avançaram para cima dela beijando-a, chupando-a de todas as formas e em todos os lugares. Nosso novo amigo então, livrou-se das roupas ficando só de cuecas e imediatamente Dora abaixou-se e quase a arrancou. Saltou o mais maravilhoso membro que ela já vira, confidenciou-me mais tarde. Era ainda maior do que o do Felipe porém muito mais bonito. Ela sorriu encantada. Sem perda de tempo, enfiou-o inteiro na boca. Engoliu-o até as bolas, levando-o até a garganta, quase sufocando, pois sua excitação estava a mil. Cláudio deu um urro de prazer e começou a foder aquela boquinha que era altamente experiente num boquete. Ela lambia toda a extensão daquele membro, lambia a glande acariciava as bolas. Cláudio não estava agüentando e disse que ia gozar. Ela então, olha para ele, sem deixar que seu membro saísse totalmente de sua boca e diz: “Goza, meu amor, quero engolir todo seu leitinho”. Cláudio explode num gozo fenomenal. Eu nunca havia visto alguém gozar assim. Parecia que estava derramando uma caixa de leite. Dora fez questão de aparar tudo com a língua e engolir tudo, para depois lambe-lo até deixa-lo bem limpinho.

Felipe estava satisfeito. Olhava seu amigo e comentava: “Eu não disse que ela era uma putinha mais do que gostosa ?” . Cláudio nem respondia. Estava maravilhado.

Felipe então, iniciou uma sessão de lambidas na xoxota de Dora que a fez gozar 2 vezes. Ele lambia seu clitóris, enfiava a língua toda em sua vagina alternando com seu cuzinho. Em seguida virou-a de bruços e apontou sua tora, que também não era nada pequena (mais de 20cm), na entrada de sua bucetinha e começou a penetrá-la. Ela deu um grito de dor, apesar de estar bem lubrificada, e o recebeu até o útero. Felipe bombava com sofreguidão. Cláudio que estava deitado ao lado do rosto de Dora, começou a se empolgar novamente e ofereceu seu membro para ela chupar. Ela abocanhou com sede de pinto, enquanto Felipe a perfurava por trás. Cada vez que Felipe enfiava, Dora tinha seus gemidos abafados pelo membro de Cláudio. Era um festival de gritos e gemidos, até que Felipe não suportando mais encheu de esperma a bucetinha daquela que já não fazia sentido dizer que era minha mulher e sim de todos os machos. Cláudio por sua vez conseguiu se segurar e assim que Felipe saiu de trás de Dora ele assumiu seu lugar, iniciando novamente outra sessão de vai e vem. Dora já rouca de tanto gritar, não se fez de rogada e tratou de abocanhar o pau de Felipe e lambeu-o de modo a limpá-lo completamente. Cláudio que estocava sem dó sua vara dentro da bucetinha de Dora gemeu alto e gozou profunda e longamente dentro das entranhas da minha mulherzinha.

Eu não agüentava mais de tesão e tentei iniciar uma punheta, porém Dora olhou-me de forma ameaçadora e eu tive que me conter. Não sabia se aquilo era prazer ou sofrimento, mas eu estava adorando, ver minha mulher gemendo na ponta de duas varas.

Foram os três tomar um banho e não permitiram que eu os observasse. Eu pedi umas bebidas para nós e liguei o vídeo. Quando os três voltaram do banho, na tela, 2 homens fodiam simultaneamente uma mulher. Felipe e Cláudio se olharam e fitaram Dora que disse que gostaria muito de fazer igual desde que fosse com extremo carinho. Deitaram-na na cama e começaram a beijá-la e chupá-la de todas as maneiras. Cláudio pegou um tubo de KY, misturado com um pouco de anestésico e iniciou primeiramente com um dedo uma lenta penetração em seu ânus. Dora começou a se contorcer e a gemer de prazer. Felipe não se descuidava de sua vagina e a lambia com furor. Cláudio enfiou mais um dedo fazendo movimentos circulares. Dora agora, berrava de tesão. Cláudio no entanto, não se importava. Enfiou o terceiro dedo de forma a preparar aquele cuzinho para receber um pênis de aproximadamente 22cm. Ele sabia que não seria fácil. Dora agora, estava totalmente alucinada. Felipe então enfiou-se por baixo dela e fez com que ela engolisse com sua xoxota seu avantajado membro. Assim que chegou ao fundo ela suspirou aliviada. Cláudio no entanto, não se descuidou um segundo sequer daquele buraquinho que seria seu em poucos momentos. Levantou-se arqueado e apontou a glande do seu mastro na direção daquele cuzinho, agora levemente alargado pela massagem. Fez uma pequena pressão, Dora gemeu e tentou fugir, mas os dois a seguraram. Felipe com sua rola já dentro de Dora segurou sua cabeça e lascou-lhe um beijo de língua. Dora relaxou um pouco e recebeu por trás aquela cabeçorra do pênis de Cláudio. Este começou uma lenta penetração, a partir dos movimentos da cintura de Dora. Passados alguns momentos, ela havia engolido com a buceta e o cuzinho dois membros colossais. Aquilo para mim era algo que eu não podia acreditar. Como um cuzinho tão apertado poderia agasalhar um membro daquele tamanho?. Os três começaram a se movimentar de maneira totalmente maluca. Eram gritos e gemidos por toda a suite. Cláudio agora, tirava o membro por inteiro e socava fundo naquele buraco que havia se formado e Felipe batia no fundo de Dora. Passou quase ½ hora de dupla penetração até que no mesmo momento os três chegaram ao clímax. Cláudio encheu aquela bunda de porra, acompanhado de Felipe que já havia gozado tanto que seu esperma já escorria para fora da bucetinha de Dora que também chorava de gozo.

Os três caíram na cama e quase desfaleceram. Eu fiquei me perguntando: “Como uma mulher pode se excitar tanto ?.” Quando percebi, eles haviam adormecido e restou-me ir ao banheiro e masturbar-me escondido para que minha mulher não visse. Passaram-se 2 horas e acordaram. Dora acordada, não economizava carinhos naquelas duas picas que lhe haviam dilacerado as entranhas. Ela começou a lambê-las ora uma ora outra a ponto de deixá-las novamente em ponto de bala. Cláudio agora posicionou-se embaixo de Dora e Felipe assumiu a retaguarda para investir naquele cu já tão seu conhecido. Assim que Dora recebeu Cláudio por baixo, Felipe mirou e enfiou seu membro de uma só vez naquele traseiro maravilhoso. Alargado como estava, pois Cláudio era 10% maior que Roberto, o cu de Dora agasalhou facilmente o pau que iniciou uma sessão de bombeamento. Os três suavam em bicas. O cheiro de sexo contagiava o ar. Arrependi-me de não ter levado uma filmadora para registrar o que eu poderia chamar de a foda do século.

Depois de castigar bastante a xoxota e o cuzinho de minha esposa os dois despejaram mais uma carga de esperma dentro dela e pediram que ela os limpasse com a boca, o que Dora não esperou segunda ordem. Lambeu-os obedientemente até deixá-los bem limpinhos.

Descansaram por alguns minutos, tomamos uma cerveja para refrescar enquanto que Dora veio até mim e encheu-me de beijos (com gosto de porra) e agradeceu-me por mais esta oportunidade de liberar seu lado de puta sem-vergonha. Mostrou também do que uma

CAROLINA NA OFICINA

Carolina sondou por uma semana até encontrar a oficina escolhida, não era bem serviços mecânicos que ela queria, pois sua BMW estava muito bem, queria mesmo era infernizar a vida de 3 rapazes muito bonitos que ali trabalhavam, quem já conhece a Mel sabe que é uma loira espetacular, capaz de parar qualquer transito, alta, seios médios e firmes, pernas para ninguém colocar defeito e uma bunda que é uma loucura, exibicionista desde de muito pequena, ela não mede esforço ou conseqüências para levar a cabo suas loucuras.

Ao escolher a oficina no subúrbio da cidade, o primeiro critério da escolha era o tipo de homens que ali trabalhavam, ao passar pela primeira vez em frente à mesma, notou um moreno muito alto e musculoso, aquilo não era um mecânico, era um Apolo pensou Melissa, haviam mais dois, um muito jovem devia ter 16 anos, e um outro mais velho deveria andar pela casa dos 45 anos, mas também era um coroa muito enxuto.

Tudo planejado, Mel vestiu uma saia de couro preta, botas de cano alto, uma blusa cujo decote deixava a mostra boa parte dos seus lindos seios, e só. Pegou seu carro e saiu em campo, eram 17:30 s quando ela notou que não havia mais ninguém na oficina alem dos mecânicos, encostou o carro e aguardou alguém vir recebe-la, vieram os 3 ao mesmo tempo, o bonitão veio na frente, mas quando ia se dirigir a ela o mais velho se adiantou perguntando em que poderiam ajudar, devia ser o proprietário.

Ela inventou alguma coisa com o carro e imediatamente mandaram-na coloca-lo pra dentro.

Quando Melissa desceu do carro, todos notaram imediatamente que a loira não usava calcinhas, foi um choque geral, ela notou o rapaz mais jovem começar a tremer, ela desceu do carro e ficou ao lado do veiculo, logo viu seu Apolo pegar uma espécie de carrinho, e passar para o outro lado, deitou-se sobre o carrinho e deslizou para baixo do veiculo, ela sabia o que ele procurava, continuou impassível. Ouviu o barulho das rodinhas e logo percebeu o rapaz embaixo da sua saia, fingia mexer embaixo do carro mas seus olhos estavam grudados na linda buceta da garota.

Esta fingindo não perceber nada abriu a porta do carro como se fosse apanhar algo em seu interior curvando-se exageradamente, sua saia muito curta não cobria mais nada na parte de trás, local onde tremia o jovem, este quase desmaia ao ver a buceta da garota , cor de rosa, bem depilada. Ela perdeu momentaneamente o dono da oficina de vista, porem este não perdia nada, também pegara um carrinho e fingia ajudar o rapaz que se encontrava embaixo do carro.

Mel deu uma olhada para baixo e pode ver que os dois se masturbavam descaradamente, um ao lado do outro, o seu Apolo mordia os lábios e suas feições eram de extrema excitação, não disfarçavam nada.

Ela pegou sua bolsa no banco do carro e dela retirou um espelhinho, por ele podia ver o rosto do rapaz a sua retaguarda, podia ver até o volume que se formara em seu folgado e sujo macacão.

De repente o rapaz se afastou dali, Melissa não soube o que pensar, será que aquele jovem não gostava da fruta, que nada logo o descobriu atrás de outro carro, um pouco mais afastado, mas de onde podia ver tudo pensando não está sendo observado.

Mel ajeitou seu espelhinho e ai descobriu o que ele fazia, o rapaz colocar para fora do macacão um pau bem grande para um rapaz daquela idade e se masturbava com muito prazer, fechava os olhos mordia os lábios e fazia caretas, ela novamente com pretexto de pegar algo dentro do carro, colocou um pé no estribo deixando o outro no chão, abriu mais as pernas para facilitar a visão dos que se encontravam embaixo, novamente empinou a bunda na direção do rapaz, este agora tinha uma visão divinal, demorou bastante, quando voltou a posição inicial e olhou pelo seu espelhinho, viu o rapaz dando pulinho e se curvando todo, aquele acabara de gozar, o rapaz ficou escorado no carro como se descansasse de uma longa corrida.

Melissa resolveu acelerar as coisas, então se abaixando, abrindo o Maximo as pernas, perguntou aos dois homens embaixo do carro: Vai demorar muito ainda, diante daquela visão, os homens não resistiram e começaram a gozar juntos, o Apolo respondeu gozando, com a voz tremula, num tremendo esforço para não gritar disse: Não moça já estamos terminando, e terminaram mesmo, encheram o fundo da BMW dela de porra, a garota estava louca de tesão, mas não transaria como aqueles homens, pelo menos hoje pensou ela.

Sem muita cerimonia saíram debaixo do carro ainda ajeitando as roupas, ambos muito pálidos, respiração ofegante principalmente o mais velho. Pronto o carro está pronto. Quanto foi o serviço perguntou ela com um sorriso maroto nos lábios, o dono da oficina se adiantou e disse: Nada, não foi nada moça, mas acho que a senhorita vai Ter que voltar aqui, para checarmos melhor.

Tudo bem, você tem um telefone para eu avisar quando resolver voltar para trazer o carro? Sim temos sim e saíram todos correndo para apanhar um papel com o numero do telefone, claro ela queria Ter certeza que a oficina estaria sem clientes quando resolvesse matar aqueles 3 de tanto trepar.

Qual a melhor hora para vocês perguntou ela. Seis horas nós fechamos disse o dono, podemos olhar seu carro com mais carinho com a oficina fechada, nos concentramos só nele, ele merece disse o Apolo rindo.

Muito bem depois de amanhã eu trarei o carro, mas quero os 3 trabalhando nele, certo? Certo madame pode deixar, ela temia que dessem um jeito de mandarem o garoto para escanteio deixando-o fora da festa, e seria uma grande sacanagem, mesmo por que o que ela vira através do espelhinho lhe agradara bastante.

3 dias depois Melissa telefonou dizendo que seu carro precisava de conserto, e foi avisada que a oficina estava pronta, na verdade aqueles mecânicos nunca haviam colocado a mão numa maquina daquelas, ainda bem que sabiam que não precisariam mexer em nada. Na hora marcada, os 3 com os corações aos pulos viram encostar o lindo carro e muito mais linda ainda sua proprietária, pensaram que seria mais uma gostosa e inesquecível seção de masturbação, pois já haviam notado que a linda loira gostava mesmo era de deixa-los loucos de tesão, pra eles estava de muito bom tamanho, nunca em suas vidas imaginaram ver uma buceta tão gostosa como aquela.

Melissa colocou o carro pra dentro e permaneceu muito calma ao ver a porta ser abaixada, acenderam as luzes, quando ela viu que eles se dirigiam para pegar seus respectivos carrinhos e o garoto já procurava um local adequado, falou: Bem eu acho que me enganei, escolhi esta oficina por achar que aqui haviam bons mecânicos, mas pelo jeito os senhores trabalham no escritório, disse isto porque todos aguardando aquela princesa estava muito limpos e bem vestidos até.

Gosto de mecânicos com roupas de mecânicos e sujos de graxa, cheirando a óleo, não é isto que vejo aqui hoje.

Não seja por isto moça, aguarde só um minuto, e saíram os 3 em direção uma sala ao lado, parecia uma verdadeira palhaçada, mas logo estavam diante da moça com seus macacões sujos, Apolo até passou graxa nos braços, ela sorriu e aprovou agora sim.

Vamos ao serviço, dizendo isto sentou-se no capo do carro, no movimento mais uma vez mostrou que calcinhas não faziam parte do seu vestuário, atirou o corpo para trás, abrindo bem as pernas, logo sentiu muitas mãos, eram seis ao todo a percorrer seu corpo, enquanto Apolo puxava sua saia o rapaz tremendo tentava abrir os botões da blusa, assim que conseguiu ela levantou as costas para facilitar sua tarefa e em menos de um minuto sentia a frieza do metam em seu lindo corpo, Apolo e o cara mais velho guarneceram cada um uma perna da garota e começaram a lamber com maestria, o rapaz passou para o outro lado e caiu de boca nos seios, mamava em um e acariciava o outro. Das coxas os dois agora brigavam para ver quem chegava primeiro a buceta da garota, ela contraiu o corpo ao sentir a primeira pincelada direto em sua racha, não sabia de quem era aquela língua e nem se importava, era quente e áspera, alguém tentava vira-la deixando-a de lado, facilitou as coisas e logo sentiu outra língua no cúzinho, queria beijar o rapaz na boca, mas este estava encantado com seus seios, ela estava no paraíso, uma língua na buceta, outra no cu e outra nos seios, aquele garoto mais parecia um bezerro guacho.

Aqueles homens rudes estavam levando a garota a loucura, quando ela resolveu que não queria gozar assim, levando a mão a cabeça do que estava em sua buceta afastou-o delicadamente e movendo-se demonstrou que queria que o cara que lambia seu cúzinho parasse, se livrou da boca do jovem e se pôs de pé.

Não há algo em que eu possa deitar perguntou, Apolo saiu correndo e voltou com um colchão de espuma de solteiro, atirou no chão dizendo, é o melhor que temos por aqui. A loira então passou a dirigir o espetáculo, e que espetáculo, mandou Apolo deitar-se de costas, e ai pode ver direto o que a aguardava, o rapaz era um animal, devia medir mais de 21cm e era muito grosso, estava duro que mais parecia um cano de ferro, este obedeceu e ela colocando uma perna de cada lado do seu corpo foi arriando o seu até senti que sua buceta podia encostar na cabeça do pau do rapaz, levou a mão guiou- para a entrada e foi arriando o corpo engolindo aquela estaca enorme, gemeu alto, era como gostava, a preenchia por completo, quando sentiu os pelos do rapaz na bucetinha lisa, deu um gostoso suspiro, deu uma paradinha, chamou o jovem e mando que a penetrasse o cúzinho, tirou da bolsa um tubo de gel e entregou ao rapaz, como tremia aquele jovem, mas seu pau alem de lindo estava também que era um ferro, o jovem passou o gel encostou a cabeça do cúzinho da garota e sem muito cuidado rapidamente entrou todo, o dono da oficina foi chamado a sua frente e melissa pode admirar também um belo pau que abocanhou gulosamente, Apolo começou a entrar e sair da buceta da garota o jovem que nunca havia comido um manjar daqueles tirava e colocava o pau no cu da garota com certa violência.

Apolo foi ensinando ao jovem a cadenciar os movimentos, de modo que quando ele enfiava na buceta o garoto tirava do cu e assim foi ficando muito gostoso.

De repente melissa sentiu algo muito quente em suas entranhas, o garoto como era de se esperar não resistira por muito tempo e jorrou uma verdadeira cascata de leite quente no cu da moça, muito gostoso, o rapaz gritava, apertou seu corpo que chegou a machuca-la, esperou o garoto terminar e mandou o coroa tomar seu lugar, este se acomodou atrás da moça e como seu cu agora estava muito bem lubrificado pelo leite do jovem entrou sem nenhuma dificuldade, dando-lhe estocadas firmes e fundas, seu pau era maior e mais grosso, o garoto olhando aquela cena logo ficou de pau duro novamente e melissa chamou colocou-o na boca, sentiu que Apolo não demoraria a gozar, começou a mexer a bunda, o aumentava o prazer dos dois machos que a penetravam, não deu outra, Apolo foi o primeiro, puxou o corpo da moça de encontro ao seu com muita força e começou a esguichar bem fundo em sua buceta uma torrente de porra grossa e quente, o cara de trás ouvindo aquela gritaria também não se agüentou e começou a gozar dentro da garota.

Ela se sentindo inundada pelos dois lados não agüentou e começou a gritar: Fode fodam forte mais mais eu quero mais, para isto teve que tirar a pica do jovem da boca, este também começara a gozar e procurando novamente introduziu seu pau na boca da garota, e no ápice do gozo tentou enfia-lo todo indo a garganta da moça que afogou-se bem na hora do gozo, e deu um assustador urro, atirando longe a porra do garoto que lhe enchera a garganta..

Gozou como gostava de gozar, seus machos haviam sido bem escolhidos, só para de bombear a sua buceta e seu cu quando sentiram que a garota ficara mole e se atirara sobre o corpo do macho que comia sua buceta, viram que estava saciada, mole desfalecida, sua respiração descontrolada, suspirava baixinho.

O coroa retirou o pau do cu da moça e depois a ajudou a sair de cima do Apolo arrancando aquela enorme estaca fincada bem fundo na buceta da garota, depois a levaram a um banheiro que havia na oficina deram-lhe um bom banho de água fria, depois trouxeram uma toalha muito limpa, a garota se enxugou, se vestiu pediu para que abrissem a porta e sem muito papo, saiu dali.

Cansada porem mais uma vez satisfeita Melissa se dirigiu ao seu apartamento na zona sul, onde dormiria por muitas horas até sair para aprontar mais uma das suas.-

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

No parque

No verão passado meus pais me deixaram passar as férias com meus amigos a 1 parque de campismo próximo d onde vivemos.Fui com minha melhor amiga e com mais dois amigos nossos de infância.Fomos no carro de joão q ja tinha licença na altura,e no carro miguel e marya se beijaram.Fiquei estranhando pois não gostavam um do outro, mas marya me confessou q estava kerendo fikar com miguel só pra se divertir nas férias.Nunca tinha visto a marya beijando assim com tanto fogo,ela estava sentada em cima d miguel fazendo com k ele mexesse na sua bunda e mexendo em seu pau por cima da bermuda dele.Aquilo ja estava me deixando excitada e acho que joão tambem, pois ele tinha visto tudo pelo espelho tal como eu.Precisamos parar pra comer alguma coisa e pra meter gasolina.Eu e joão fomos comer mas marya e miguel ficaram dentro do carro,enquanto estavamos comendo joão comentou sobre miguel e marya e perguntou se eu keria ficar com ele so durante as férias.
Eu disse q sim pois não vi mal nenhum nisso e sempre achei joão um gato.Voltamos para o carro e miguel e marya ja estavam deitados no banco do carro apenas se beijando e se tocando.Anunciamos q íamos ficar tambem durante as férias e seguimos para nosso destino.Chegando ao parke montámos nossas tendas e decidimos q eu e marya íamos dormir juntas e joão e miguel iam dormir juntos noutra tenda.Fomos pra praia e quando voltamos fomos tomar um duche.Jantámos e fomos pra dentro d nossas tendas eles vieram connosco pra podermos passar um tempo se beijando.Quando ja estavamos cansados decidimos ir dormir e eles foram pra tenda deles.Fiquei falando com marya sobre transa e decidimos ver um pouco de tv dentro d nossa tenda.So apanhava um canal e estava passando um filme porno, como sempre fui muito á vontade com marya deixamos a tv acesa e continuamos vendo o filme.Passou uma cena d lésbicas se masturbando.Ao fim d um bocado já estavamos um pouco excitadas e marya olhou pra mim e nos beijamos.Tinha achado estranho mas estavamos com mto tesão.Demos um beijo de lingua maravilhoso e nos começamos a despir uma á outra.Eu perdi minha virgindade aos 14 anos e marya perdeu aos 15. Ela começou a me lamber os peitos e depois foi directa pra minha coninha. Disse a ela pra se por em 69 para k eu tambem pudesse lamber ela. Ela lambia muito bem, com muito gosto e tentava enfiar sua língua toda pra dentro de mim enquanto k eu lambia ela e enfiava meu dedo em seu cuzinho. Saímos daquela posição e ela começou me enfiando os dedinhos dentro de minha cona e eu na dela, mas quando pus 4 dedos ela me pediu q parasse pois ela dizia q queria algo mais grosso. Lembrámos então de ir visitar nossos ficantes. Quando entrámos dentro da tenda deles ficámos chocadas pois eles tambem estavam vendo aquele filme porno e estavam lado a lado com os caralhos de fora batendo punhetas um no outro. Eles ficaram um pouco atrapalhados quando nos viram mas depois dissemos que tambem tavamos vendo o filme e marya disse que tinhamos ido ali so pra acalmar nosso tesão com eles. Marya caíu logo de boca no pau de miguel q estava duríssimo. Eu chamei joão prá outra tenda e comecei a chupar o seu pau q parecia q ia explodir. Ele me elogiou dizendo q eu chupava muito bem e q daqui a pouco ele iria gozar, não parei e continuei lambendo tudo metendo tudo na boca até as bolas, quase me engasgava. Ao fim de um bocado ele gozou na minha boca, não costumo deixar ninguem gozar em minha boca mas naquele caso foi diferente, engoli tudinho daquela porra bem quente, e pra falar verdade não me soube assim tão mal. João pegou em mim e me deitou no colchão e abriu minhas pernas, me disse ”mas que coninha linda q vc tem” e começou me lambendo e enfiando sua língua toda dentro de minha xoxota. Na minha tenda ouviam-se os gritos e gemidos de marya com certeza já sendo penetrada. João então me deu um beijo de língua muito quente mesmo e caíu sobre mim num papai e mamãe bem calmo. Ao fim de um bocado disse pra ele q iria gozar e ele começou a acelerar os movimentos de ida e volta, num ritmo bem rápido. Avisei outra vez q ia gozar e ele me disse “então goza na minha boca minha putinha”. Gozei na boca dele e ele bebeu todo meu gozo com muito gosto. Perguntou se podia me comer o cuzinho, nunca tinha dado meu cu pra ninguem mas tava ainda com muito tesão e deixei. Ele se levantou e foi até nosso saco de comida, perguntei o que ele ia fazer mas ele não me respondeu. Quando se voltou pra mim trazia um frasco de maionese, ao principio fiquei assustada pois não sabia o q ele pretendia fazer com o frasco. Ele disse pra eu me acalmar pois não ia me fazer mal, então começou passando maionese em seu pau e depois passou um pouco no seu dedo e espalhou em meu cuzinho. Disse pra ele ir com calma pois tinha muito medo q doesse. Ele primeiro colocou só a cabecinha e depois tentou por tudo, no principio me doeu um bocado mas depois ele tava me bombando já não queria mais parar sabia muito bem. Nisto olhei pra entrada da tenda e vi marya e miguel nos observando, queria parar so q meu tesão era muito e o de joão tambem. Marya perguntou se podiam entrar e tar ali assistindo. Eu nem tinha já forças pra responder só gemia. Eles entraram e logo logo ficaram excitados. Marya não aguentou mais e pediu se eu a podia lamber enquanto estava sendo penetrada pelo joão. Aceitei, ela se deitou na minha frente e abriu as pernas. Ali estava eu chupando a marya e sendo enrabada por joão. Miguel tambem já estava cheio de tesão dava pra ver seu pau debaixo da bermuda bem duro. Sempre quis ser comida por 2 homens ao mesmo tempo, então me levantei e disse a miguel pra ele via até ali e se deitar connosco pois eu queria ser penetrada por ele e por joão. João olhou pra mim de uma forma estranha mas depois continuou. Miguel se deitou e eu sentei em cima de seu pau(o pau dele era um pouco maior do que o de joão) metendo aquele pau bem enterrado em minha xoxotinha, e disse pra joão se por atrás de mim e me comer o cuzinho. Como marya tambem queria ter prazer se sentou em cima do rosto de miguel para que ele pudesse chupá-la e de frente pra mim me lambendo os peitos sem parar. Começamos entao nos movimentos e vai e vem. Acho que nunca vou me sentir tão bem como me sentia com aqueles dois machos dentro de mim. Tinha a sensação q estava completamente cheia. Chegou a vez de ser miguel a me penetrar o cu e joão a xoxota e ficámos naquela posição um bom tempo. Marya queria tambem sentir miguel e joão dentro dela ao mesmo tempo. Miguel se deitou novamente e ela sentou em cima de seu caralho gemendo enquanto que joão foi então mais uma vez buscar maionese pra servir como lubrificante. Como marya ainda era virgem de cuzinho, gritou muito quando joão a penetrou, berrava como uma bezerra, estava lhe doendo muito, mas ao fim de um bocado ela já começava gemendo e já estava sentindo prazer. Uma senhora q tinha uma tenda perto da nossa foi até lá mas quando viu marya sentada em cima de miguel, sendo enrabada por joão e eu chupando os peitos dela enquanto miguel me chupava a mim, ficou assustada e não foi pouco, ela murmurou “mas que vergonha” e foi embora. Gozámos muito nessa noite. Acabei dormindo com joão e miguel dormindo com marya. No outro dia de manhã toda a gente do parque de campismo, de nossas idades nos dizia “boa”, “que trepada linda”, “vai ter mais esta noite?”. Ao principio ficámos pensando que tinha sido a senhora que tinha nos visto e contado pra todo o mundo, mas só então nos apercebemos que tinhamos deixado a luz de lanterna da nossa tenda acesa e que cá fora todo mundo tinha visto o q nós fizemos. Durante todas as noites das férias nós davamos pelo menos uma trepada juntos. Desde aí fazemos isso quando estamos todos juntos. Hoje eu namoro com o joão desde essa época mas marya e miguel não namoram pois acham q não dariam certo.

Festinha de Carnaval

Assim, no último dia de carnaval, fui assistir ao desfile dos blocos e maracatus. Durante o desfile surgiu uma mulher próxima de onde eu estava, e como sou tarado por natureza, comecei a apreciar seu corpo mignon, pele clara, pernas grossas, seios pequenos e de uma bundinha arrebitada que me deixou pensando loucuras.

Sou um cara simples, 27 anos, apenas simpático, moreno, hétero, não fumante, 1.90m, 80 kg, nível superior, discreto, bem casado, mas tarado por sexo (seguro).

Após alguns momentos de trocarmos olhares começamos a conversar sobre o desfile. Ela estava sozinha e um pouco zangada, pois seu marido não gosta de carnaval. Minha nova paixão tinha combinado de ir com uma amiga que desistira. Mas ela não perdeu a viagem e foi sozinha. Ofereci cerveja, mas ela recusou, bem como refrigerante. A essa altura já estávamos bem íntimos no papo. Ela me contava que tinha 32 anos, que casou aos 17 e que estava ali sozinha porque o casamento não estava nada bem. Seu marido não lhe procurava para sexo. Fiquei até surpreso pela sua disposição em revelar sua vida pessoal, etc. Ao saber que a garota era casada fiquei ainda mais entusiasmado, pois tenho tara por mulheres comprometidas. A partir dessas revelações comecei a insinuar conversas. Que ela era bonitinha, tinha um corpo bonito, inteligente e que não merecia ser mal amada. Já estávamos conversando de pertinho, e de vez enquanto minhas pernas tocavam as delas, mas com cautela, pois não queria estragar nada. Já era quase 10:00 da noite e tinha que ir para o hotel esperar uma ligação da minha esposa. Falei que tinha sido bom conhecê-la, mas que tinha que ir. Neide (vou chamá-la assim), brincou comigo, dizendo que eu já ia porque estava com medo da mulher. Falei que não, pois a mesma estava longe. Ofereci-lhe carona, mas ela recusou dizendo que não costumava pegar carona com estranho. Mas depois acabou cedendo. Já dentro do carro, após alguns minutos, tomei coragem e falei que estava sentido a maior vontade de beijá-la. Toquei em suas coxas, e como ela não recusou, peguei uma de suas mãos e pus em cima da minha coxa direita. Logo Neide começou a acariciar meu pau que naquele momento já estava nos seus 18X6 cm. Resolvi parar em uma rua escura e começamos um sarro de acabar. Beijávamos com volúpia, língua com língua, num tesão enorme. Sugava seus seios com calma e com fome, fome de sexo. Abri o zíper de seu short e quando encontrei aquele monte de pêlos macios e cheirosos, fui às nuvens. Pude sentir suas calcinha e xoxotinha molhadas. O ambiente era ainda mais provocador, pois corríamos o perigo de ser flagrados. Pedi para ela me chupar, mas Neide recusou. Me garantiu que faria tudo o que eu quisesse, mas só no dia seguinte. Levei-a para casa e parei próximo à sua residência. combinamos de nos encontrar no dia seguinte para irmos a um motel.

No outro dia apanhei-lhe no local combinado e partimos para um motel. Lá chegando, tomamos um banho e bebemos um drink para relaxarmos. Minha amante estava com uma calcinha de renda branca pequenininha que mal lhe cabia e que ficava enfiada na bundinha. começamos a nos acariciar e logo estávamos num louco 69. como ela me chupava. Meu pau era sugado com a experiência de uma puta decente. Daquelas que quase todo homem sonha ter um dia... Enfiava minha língua em sua grutinha e passeava pelo seu reguinho, que claro não dispensava seu cuzinho maravilhoso. Nesses momentos ela pedia para que eu não parasse, o que fazia para atender minha putinha/amante. Após gozarmos loucamente, inclusive eu lambuzando seu rosto e seus seios com meu leite quente, fomos tomar um banho para relaxar. Voltamos a nos acariciar e minha amiga me contou que a partir daquele momento seria totalmente submissa a mim. Assim, pedi para que me chupasse novamente. Neide fez isso até meu pau ficar em ponto novamente. Pedi que ela ficasse de costas para mim, o que fui atendido. Passei minha língua em sua xoxotinha e novamente em seu cuzinho. Enfiei um dedinho no seu anelzinho e ela entendeu o que eu queria. Pus uma camisinha lubrificada e comecei a penetrá-la em seu orifício anal. No início foi difícil, mas logo meu cacete já tinha penetrado o bastante para nos deliciarmos. Após umas estocadas pus meu membro para fora, e depois de trocar de camisinha penetrei em sus xoxota quente e lubrificada. A partir daí começamos um vai-e-vem gostoso e com troca de palavras carinhosas e obscenas, o que aumentava mais o tesão. Neide cavalgava- me com maestria. Sentava em meu pau que era sugado com vigor. Era uma sensação maravilhosa. Gozamos loucamente.

Tomamos um novo banho e partimos para a casa dela, pois não podíamos demorar muito. Neide pediu para que parasse em frente da sua casa. Pois queria ver a cara de sue esposo com chifre. Tentei recusar, queria parar antes. Mas ela preferia assim. Me apresentou ao seu marido como um novo colega de trabalho e que estava procurando um local para morar e que queria conhecer o seu bairro. Confesso que tremi de medo, mas o que senti mesmo foi um tesão diferente, pela sua coragem e ousadia. Nunca mais nos vimos, mas espero um dia retornar aos braços de minha amante de carnaval.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Eu e Mnha Irmã

Era fim de semana e meus pais foram curtir o recesso na praia, porém eu e minha irmã Débora preferimos ficar na cidade. Cheia de más intenções como toda boa putinha convidei meu namorado para assistir um filme comigo, pois Carol ia sair com seu ficante. Coloquei um vestido curtinho e vermelho,para completar dispensei a calcinha.

Quando meu namorado chegou minha irmã já havia saído, então coloquei o filme e começamos a assistir.Com alguns minutos de filme comecei a esfregar minha mão em suas pernas e quando sua pica começou a pulsar falei no ouvidinho dele: “Sabia que eu estou sem calcinha?”, ele surtou e pediu para que eu o chupasse... Não deu outra, me ajoelhei, desabotoei seu zíper tirei aquele pau enorme e comecei a passar a língua bem devagarzinho, as vezes colocava a pontiha na boca e mordia de levizinho. Tenho que assumir que adoro mamar numa rola. Sentindo um tesão maluco pedi pra ela atolar a pica no meu rabo, e ele enfiou bem gostoso de uma vez só enquanto me chamava de puta. Eu estava quase gozando, quando fomos surpreendidos, havia começado a chover e minha irmã voltou para casa e trouxe o namorado com ela.

Débora, me olhava assustada parecia não acreditar, ela tinha trepado poucas vezes. Então me passou uma idéia muito maluca, como nós duas éramos muito amigas a convidei para participar, uma surubinha entre os quatro.

Em primeiro momento ela estiou, então pedi para que ela confiasse em mim e ela concordou. Decidi dar para minha irmãzinha o maior prazer que pudesse... Eu a levei para o sofá, desabotoei sua blusa e comecei a tocar seu corpo, quando a pele dela começou a arrepiar eu coloquei a boca em seus peitinhos e mamei bem gostosinho,mordia, lambia e apertava. Nossos namorados olhavam maravilhados enquanto esfregavam suas picas...Quando Débora relaxou eu tirei o resto de sua roupa e ela correspondeu dando uma deliciosa lambida na minha xoxotinha... Depois eu coloquei os rapazes sentados no sofá e pedi para mina irmãzinha chupar a pica do meu namorado, ela cai de boca, e eu aprovei para experimentar o pau do namorado dela, enquanto nós duas mamávamos aquelas picas, Débora passou a mão na minha xoxotinha e começou a me masturbar, fizemos isso por alguns minutos....

Passamos para penetração primeiro minha irmãzinha ela cavalgava na pica do meu namorado,enquanto o namorado dela fudia com o meu cuzinho. Depois nós dividimos o mesmo homem eu sentei na pica e ela se agachou sobre o rosto para que ele pudesse chupar sua xoxotinha. Logo após, os dois me penetraram e esfolaram minha xoxotinha e rabinho enquanto minha mania esfregava sua bucetinha. Depois de muito troca-troca os rapazes pediram pra gozar na cara, minha maninha nunca tinha experimentado e não quis, então eles esfregaram a pica até encher minha boquinha de porra, eu não deixei cair uma gotinha me virei para minha irmãzinha e lhe dei um beijo de língua, para que ela pudesse provar daquele esperma comigo, enquanto a beijava soquei meu dedo em sua bucetinha e ela gozou caindo no sofá...Eu chupei me dedinho cheio de porra da minha maninha enquanto os rapazes me fudiam mais uma vez...

Depois que consegui todo prazer que queria, mandei os rapazes embora e fui ajudar minha maninha a tomar um banho, e logo após ela e eu fomos dormir...Eu estava satisfeita, a trepada tinha sido ótima e dormi pesado, até que no meio da noite fui acordada com a Débora tirando minha calcinha, ela arrancou minha roupa e disse:”Maninha eu vim te agradecer pelo melhor prazer da minha vida!”.Ela estava nua e começou a me tocar, roçava sua boca pelo meu corpo e me lambia. Ela passou saliva no dedo e começou a esfrega-lo no biquinho da minha tetinha, então ela me beijou enquanto esfolava minha bucetinha com os seus dedinhos, quando eu fiquei bem molhada ela me disse: ”Agora é minha vez de beber o seu caldinho”, e começou a contornar minha xoxota com sua língua, estava muito gostoso e ela começou a me chupar freneticamente, eu a segurei pelos cabelos e esfreguei sua cara na minha xoxota que pulsava com aquelas lambidas e mordidinhas... Eu estava sentindo um prazer muito looa e pedi para esfregar a minha xoxotinha na dela, e fizemos isso até eu gozar... Depois q eu gozei comecei a lamber o cuzinho da minha maninha e ela me pedia para socar o dedo, estão fiquei esfregando o cú dela até ela gozar...

Até hoje, ás vezes fazemos isso,convidamos um pauzudo, nos tocamos e chupamos para ele e depois fazemos tudo o que nossas xoxotinhas molhadas pedem.

Com Vizinho

Eu e meu vizinho de varanda nos transformamos em grandes cúmplices, principalmente no que diz respeito às confidências sexuais de cada um. Estávamos sempre nos encontrando às escondidas pelo condomínio para ralizar e falar sobre nossas fantasias. Uma noite dessas ele me interfonou e disse que me queria em um local diferente. Queria que estivéssemos mais a vontade. Convidou-me pra subir até o apartamento dele. Fiquei um pouco em dúvida, mas pra quem já estava se arriscando pelos cantos do condomínio, achei que talvez fosse mesmo mais seguro ir até lá.

Quando ele abriu a porta estava somente de cueca boxer. Terrivelmente sexy. Aquele volume na frente, a bundinha bem desenhada atrás... ele era mesmo um tesão... admiti com satisfação... entrei, ele fechou a porta e me encostou nela. Com aquele jeitinho manso e safado de sempre foi dizendo que adorou eu ter aceitado o convite, pois estava louco pra me ver completamente despida e totalmente aberta na cama dele. Ele sabia mesmo me fazer tremer apenas com palavras. Nem esperou eu fazer qualquer consideração, foi logo agarrando meu rosto com aquelas duas mãos enormes de dedos compridos e me sorvendo num longo beijo, parecia que ia me engolir inteira... faltou fôlego e pude até sentir minha língua adormecer de tanto tesão que ele a chupava.

Então ele olhou nos meus olhos e disse baixinho: “venha ver” e me segurando pela mão me levou até o seu quarto. Nem acreditei: no criado mudo tinha vinho e uvas! Pelo jeito a noite prometia. Beijei-o na boca, mas lembrei a ele que meu tempo não era tão longo assim. No que ele revidou: “mas te garanto que será delicioso”... e como eu duvidaria disso???... rsrsrsrs... então me conduziu até a cama, me pôs deitada e se colocou em cima de mim e sussurrou: “não faça nada por enquanto, só obedeça”... (lembrei-me imediatamente do meu vizinho buliçoso, foi inevitável!) e pude sentir um jato jorrando entre minhas pernas e encharcando minha calcinha. Pronto! Já estava completamente lubrificada.

Começou me acariciando de leve, me fazendo arrepiar o corpo todo, tirou minha blusa de alcinha e lambeu meus peitos como se faz com um sorvete, mordeu, puxou os biquinhos com os lábios... meu corpo se contorcia feito serpente, desceu pra barriga, brincou com a língua em meu umbigo... não conseguia mais controlar os gemidos, minhas mãos agarrando os cabelos meio aloirados dele, não via a hora de ser penetrada. Quando eu imaginava que ele ia tirar minha saia, ele me vira de costas, afasta meus cabelos e cai de boca no meu pescoço... gemia muito nessa hora... empinava a minha bundinha... e ele em cima de mim, me chupando o corpo, anestesiando a minha pele com aqueles lábios, aquela língua. Huuummmm....

Foi descendo sua língua quente até a faixa da minha cintura, mordiscou, beijou, lambeu... e eu, louca de tesão, implorava pra ele chupar minha bucetinha... mas ele descia e subia a língua em minhas costas, alcançava meu pescoço, a nuca, o lóbulo da orelha... que língua!!! Era muito tesão que eu estava sentindo. Então senti algo diferente, não parecia mais ser a língua dele, olhei pra trás e vi que ele tinha partido uma uva ao meio e passava a metade em minha pele, depois vinha me lambendo de novo.

Tornou a me virar de frente. Me chamou de gostosa, de putinha dele. Se encaixou entre minhas pernas e foi roçando sua barriga em minha bucetinha... eu quis afastar minha calcinha de ladinho, mas ele não deixou. Disse que tudo tinha sua hora. Então o abracei com minhas pernas e nos beijamos. Nossas línguas explorando cada cantinho das nossas bocas, mordendo o queixo, os lábios... daqueles beijos bem molhados e provocadores. Ele fez menção de se levantar e eu o deixei livre. Ele foi tirando minha saia e eu o ajudei levantando meu bumbum. Ficou sentado de frente pra mim, passando a mão na minha barriga, na parte interna das minhas coxas. Parece que saboreava com os olhos e com as mãos cada partezinha de meu corpo. Ele abriu um pouco mais as minhas pernas, afastou minha calcinha de lado e com a outra mão foi acariciando meu grelinho, massageando. Minha bucetinha é bem lisinha, só uns pêlos ralinhos em cima. Ele pegou minha mão e disse: “se masturba pra eu ver, minha putinha, se toca, quero ver como você faz”... caprichei... metia um, dois, três, quatro dedinhos na minha bucetinha, levantava meus quadris, deixando minha bucetinha chegar bem perto do rosto dele, acariciava meus peitos com a outra mão e não parava de olhar pra ele fazendo uma carinha de safadinha...

Ele pegou outra uva, partiu e ficou esfregando no meu grelinho, nessa hora eu tirei os dedos e dei pra ele chupar, ele veio pra cima de mim de novo pra me beijar então dei jeito de ir baixando o short dele. Ele me ajudou e tirou o restante. Segurei aquele pau gostoso e duro e mirei no buraquinho de minha buceta, ele resistiu no início (parece que queria mesmo me torturar), mas não agüentou e socou de uma vez só. Vi estrelas! Que caralho gostoso era aquele!!!! Então o prendi pela cintura com minhas pernas e ele meteu forte. E me dizia obscenidades, me xingava, me lambia o rosto... eu retribuía, chamava ele de puto, de safado, pedia pra meter mais aquele pau gostoso em mim, queria senti-lo bem no fundo... e ele obedecia...

O tesão era muito, começamos a meter bem forte. Nessa hora, ele colocou as mãos por baixo do meu corpo e me puxava pelos ombros e dizia: “toma minha puta, é cacete que você quer?, toma, bem no fundo, recebe meu pau dentro dessa buceta gostosa, engole ele todinho...” e eu não conseguia mais raciocinar nada, só gritava, pedia mais, xingava ele, apertava aquela bunda gostosa que ele tinha, fazendo-o ficar bem dentro de mim.

Não demorou muito e gozei numa explosão louca. Então pedi que ele gozasse em minha barriga, queria ver a porra quente dele se espalhando pelo meu corpo. Ele logo se ergueu e mirou meu umbigo, punhetou um pouquinho só e já senti aquele jato forte de porra me lambuzando toda, veio porra até no meu cabelo.

Depois de alguns minutos de descanso é que fomos lembrar do vinho... ele disse: “usaremos ele amanhã”. Depois corri pra meu apartamento e fui me recompor antes que meu marido chegasse.

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